ah, tempo incerto. de mudanças, acontecimentos.
fazem 9 meses que lhe vi pela primeira vez,
em uma simples rua, até sabias meu nome.
aaaah se eu soubesse como as coisas mudariam pra mim
daquele dia em diante, talvez eu tivesse ficado em casa.
mas, minha vida seria outra
e acho que eu não teria escolhido não te conheçer
são 9 meses de histórias, risadas, choros
despedidas, sofrimentos, alegrias, sorrisos
músicas, aleatoriedades, segredos, revelações
desejos, momentos, dias.
um inicio mágico, um fim trágico, e outro inicio inesperado.
obrigada por revirar meu mundo de cabeça pra baixo,
à 9 meses ♥
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domingo, 4 de outubro de 2009
não se deixe levar pela morte
Capítulo 10
Isso é completamente assustador, aquela visão que tive foi a mais impressisa, porém a mais certa. Enquanto íamos para casa, ponha nesse nó: eu, Drake, Camille e, por mais estranho que seja, Cris, passamos por um garoto de caeblos castanhos e olhos verdes. Por acaso, ou não, igual ao garoto da minha visão, ele me encarou por alguns segundos e eu o encarei de volta, só que fico paralisada, sem saber o que faazer. A única coisa que se aflora em mim é o ódio, ódio por alguém que vi somente alguns segundos, alguém que nem sei o nome, mas esse ódio aumenta e sei que irei encontrá-lo novamente.
- O Cristian está? - pergunto com um sorriso simpático logo depois de ser atendida, pelo que me aparece ser, a mãe dele.
É uma sexta a tarde chuvosa e me prestei em andar dois quarteirões até a casa dele, porque, bem eu precisava falar urgentemente com Cris e eu não poderia o ter feito mais cedo, na frente de todo, pois é algo desconhecido e proibido para eles. - É a Annie, uma amiga da escola. Eu preciso falar com ele.
- Ele já vai descer - Ela responde com um olhar terno, típico de mãe.
Dois minutos depois Cristian desco aparentando um ar indiferente e despreocupado, porém vejo algo a mais em seus olhos, algo que somente eu posso perceber.
- Eu sei o que você é, o que você quer e o que pretende fazer. - falo olhando diretamente em seus olhos negros, sem nem ao menos esperar formalidades - Você não vai conseguir.
- Vejo que a pequena Annie descobriu que eu sei sobre Camille - ele fala num tom divertido, até mesmo zombeteiro - e também sabe que não sou assim e que, na verdade, sou a própria morte, se não me engano a espertinha também descobriu que tenho poderes e que controlo demônios. Que interessante, você é bem inteligente.
- Você esqueceu de mencionar que também sei no que você pretende transformar Camille.
- Ah, nada mais poderoso que um anjo desconhecido de sua real identidade, eles tem grandes poderes e Camille é especial. Nada mais forte e poderoso que um anjo convertido em demônio, tenho planos a mais para sua amiga também.
- Você não vai tranforma-la em um demônio da morte, nada pior para um anjo. Seu trabalho já é terrivel, mas o do demônio da morte é pior, eles brincam com as pessoas durante messes, talvez anos e só depois a matam. Isso seria amaldiçoar um anjo. E seu nome não é Cristian.
- É exatamente o que irei fazer. Não, não me chamo Cristian, você sabe meu nome, não sabe?
- Seus planos não seram completos, Erick.
- Mesmo sem saber, você já me causou problemas demeias, Annie. Você sabe como vai pagar por isso, com morte. Eu conheço suas fraquezas, seus medos, seus pontos fortes, sei a quem você ama. Eu sei como realmente lhe fzer sofrer. Você me verá em minha melhor forma, em breve
Isso é completamente assustador, aquela visão que tive foi a mais impressisa, porém a mais certa. Enquanto íamos para casa, ponha nesse nó: eu, Drake, Camille e, por mais estranho que seja, Cris, passamos por um garoto de caeblos castanhos e olhos verdes. Por acaso, ou não, igual ao garoto da minha visão, ele me encarou por alguns segundos e eu o encarei de volta, só que fico paralisada, sem saber o que faazer. A única coisa que se aflora em mim é o ódio, ódio por alguém que vi somente alguns segundos, alguém que nem sei o nome, mas esse ódio aumenta e sei que irei encontrá-lo novamente.
- O Cristian está? - pergunto com um sorriso simpático logo depois de ser atendida, pelo que me aparece ser, a mãe dele.
É uma sexta a tarde chuvosa e me prestei em andar dois quarteirões até a casa dele, porque, bem eu precisava falar urgentemente com Cris e eu não poderia o ter feito mais cedo, na frente de todo, pois é algo desconhecido e proibido para eles. - É a Annie, uma amiga da escola. Eu preciso falar com ele.
- Ele já vai descer - Ela responde com um olhar terno, típico de mãe.
Dois minutos depois Cristian desco aparentando um ar indiferente e despreocupado, porém vejo algo a mais em seus olhos, algo que somente eu posso perceber.
- Eu sei o que você é, o que você quer e o que pretende fazer. - falo olhando diretamente em seus olhos negros, sem nem ao menos esperar formalidades - Você não vai conseguir.
- Vejo que a pequena Annie descobriu que eu sei sobre Camille - ele fala num tom divertido, até mesmo zombeteiro - e também sabe que não sou assim e que, na verdade, sou a própria morte, se não me engano a espertinha também descobriu que tenho poderes e que controlo demônios. Que interessante, você é bem inteligente.
- Você esqueceu de mencionar que também sei no que você pretende transformar Camille.
- Ah, nada mais poderoso que um anjo desconhecido de sua real identidade, eles tem grandes poderes e Camille é especial. Nada mais forte e poderoso que um anjo convertido em demônio, tenho planos a mais para sua amiga também.
- Você não vai tranforma-la em um demônio da morte, nada pior para um anjo. Seu trabalho já é terrivel, mas o do demônio da morte é pior, eles brincam com as pessoas durante messes, talvez anos e só depois a matam. Isso seria amaldiçoar um anjo. E seu nome não é Cristian.
- É exatamente o que irei fazer. Não, não me chamo Cristian, você sabe meu nome, não sabe?
- Seus planos não seram completos, Erick.
- Mesmo sem saber, você já me causou problemas demeias, Annie. Você sabe como vai pagar por isso, com morte. Eu conheço suas fraquezas, seus medos, seus pontos fortes, sei a quem você ama. Eu sei como realmente lhe fzer sofrer. Você me verá em minha melhor forma, em breve
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